Para quem mora fora do Brasil e pensa em comprar um imóvel no litoral catarinense, uma das maiores barreiras costuma ser a forma de pagamento.
Nem sempre o comprador quer imobilizar uma quantia muito alta de uma só vez. Em muitos casos, ele prefere manter parte do patrimônio no país onde vive, organizar as remessas ao longo do tempo e aproveitar uma condição comercial que torne a compra mais previsível.
É justamente aí que algumas oportunidades atuais em Itapema e região chamam atenção: existem imóveis com parcelamento direto com construtoras, em alguns casos chegando a 100 vezes.
E há situações em que essa condição não está restrita apenas a imóveis no começo da obra. Dependendo do empreendimento e da negociação disponível, também podem aparecer unidades em estágio avançado ou até prontas para morar.
Por que o parcelamento direto pode fazer sentido para quem mora fora
Para o brasileiro que recebe em dólar, euro ou outra moeda, uma compra parcelada cria uma dinâmica diferente de uma aquisição à vista.
Em vez de converter e enviar todo o valor de uma vez, o comprador pode organizar entrada, parcelas e eventuais reforços ao longo do cronograma previsto no contrato.
Isso não elimina a necessidade de planejamento financeiro. Também não significa que qualquer parcelamento seja automaticamente vantajoso.
Mas pode abrir uma alternativa para quem tem capacidade de compra e patrimônio, porém prefere distribuir o desembolso no tempo.
Um exemplo disponível hoje no catálogo BusqueCasa mostra uma unidade em Itapema com entrada de R$ 160 mil, 100 parcelas de R$ 3.100, reforços e saldo na entrega das chaves. As condições são específicas daquele imóvel e podem ser alteradas ou deixar de estar disponíveis, mas ajudam a mostrar como esse modelo funciona na prática.
Não é financiamento bancário
Esse ponto é importante.
Quando falamos em parcelamento direto com a construtora, estamos falando de uma negociação comercial vinculada ao imóvel e às condições definidas no contrato.
Não é a mesma coisa que contratar um financiamento imobiliário tradicional junto a um banco.
Cada empreendimento pode ter estrutura diferente de pagamento: entrada maior ou menor, parcelas mensais, reforços anuais ou semestrais, saldo nas chaves e índices de correção definidos contratualmente.
Por isso, não basta olhar apenas para a quantidade de parcelas.
O comprador precisa analisar o fluxo completo.
Para quem mora no exterior, 100 parcelas podem mudar a lógica da compra
Imagine um brasileiro que vive nos Estados Unidos e acompanha o mercado de Itapema há algum tempo.
Ele pode ter interesse em construir patrimônio no Brasil, comprar um imóvel para o futuro ou simplesmente aproveitar uma oportunidade no litoral catarinense.
Se a única alternativa fosse pagar uma parcela muito grande imediatamente, talvez a decisão fosse adiada.
Quando aparece uma condição com entrada e saldo distribuído em até 100 vezes, a análise muda.
O comprador passa a conseguir comparar o valor da entrada com sua reserva atual e organizar as parcelas futuras com os recursos que continuam sendo gerados no exterior.
Essa flexibilidade é uma das razões pelas quais condições comerciais diretas com construtoras merecem atenção de quem vive fora do país.
E quando o apartamento já está pronto?
Existe uma percepção comum de que parcelamento longo está disponível somente para imóveis comprados ainda na planta.
Isso não é uma regra absoluta.
Em determinados momentos, construtoras podem ter unidades prontas, remanescentes ou imóveis em estágios avançados de obra com condições comerciais específicas.
Isso pode criar uma combinação especialmente interessante: o comprador não precisa necessariamente esperar vários anos para ter acesso ao imóvel e, ao mesmo tempo, pode encontrar condições de pagamento diferentes das praticadas em uma compra tradicional de imóvel pronto.
Mas essas oportunidades são pontuais.
Dependem da unidade, do empreendimento, da construtora e do momento da negociação.
A condição de pagamento precisa ser analisada inteira
Ver “100 vezes” no anúncio é apenas o começo.
Antes de decidir, é necessário conferir:
- valor total do imóvel;
- valor da entrada;
- valor das parcelas;
- existência de reforços;
- saldo nas chaves;
- índice de correção;
- cronograma da obra;
- data prevista de entrega;
- condições para quitação antecipada.
Para quem mora fora, ainda existe outro componente: o câmbio.
Se as parcelas serão pagas com renda obtida no exterior, é importante considerar que a cotação da moeda pode mudar ao longo dos anos.
Isso significa que um parcelamento longo pode ajudar no planejamento, mas também exige margem financeira.
Itapema continua oferecendo diferentes estágios de obra
O mercado local mantém uma grande quantidade de empreendimentos em diferentes fases.
Levantamentos públicos de lançamentos mostram imóveis com entregas previstas para 2026 e 2027, outros para 2028 e 2029 e novos projetos com conclusão prevista a partir de 2030.
Isso amplia o número de combinações possíveis para o comprador.
Há quem procure pagar ao longo da construção.
Há quem queira algo mais próximo da entrega.
E há quem prefira uma unidade pronta, mesmo que a condição financeira seja diferente.
Para quem mora no exterior, o ponto principal é não começar a busca apenas pelo preço final do apartamento.
A forma de pagamento pode ser tão importante quanto o próprio valor do imóvel.
A Seleção Solmar 100X reúne essas oportunidades
Para facilitar essa busca, o BusqueCasa reúne em uma coleção específica imóveis apresentados pela Solmar com condições diferenciadas de pagamento.
A proposta é permitir que o comprador compare alternativas sem precisar procurar individualmente empreendimento por empreendimento.
Veja agora a Seleção Solmar 100X e conheça os imóveis disponíveis em até 100 vezes.
As condições comerciais devem sempre ser confirmadas no momento da consulta, porque valores, disponibilidade, parcelas e condições podem mudar.
Para quem mora fora, talvez a pergunta certa seja outra
Em vez de perguntar apenas:
“Quanto custa um apartamento em Itapema?”
Pode ser mais útil perguntar:
“Quanto preciso colocar agora e como o restante pode ser organizado?”
Essa mudança parece pequena, mas altera completamente a forma de procurar um imóvel.
Para brasileiros que vivem no exterior, condições de pagamento direto com construtoras podem aproximar uma compra que antes parecia distante.
Não porque tornam o imóvel barato, mas porque podem tornar o fluxo de pagamento mais compatível com a realidade financeira de quem recebe e constrói patrimônio fora do Brasil.







